Início › Ciência e pesquisas › Novos tratamentos em pesquisa para endometriose
Ciência e pesquisas · conteúdo informativo

Novos tratamentos em pesquisa para endometriose

A pesquisa em endometriose avança em várias frentes, mas resultados promissores em laboratório ou estudos iniciais ainda não significam tratamento comprovado, aprovado ou disponível.

Limite deste conteúdo: Este conteúdo é exclusivamente informativo e educacional. Não substitui consulta, avaliação individual, diagnóstico ou tratamento realizado por profissional habilitado.

Novos tratamentos em pesquisa para endometriose

A pesquisa sobre endometriose está investigando tratamentos que atuem além do controle hormonal, incluindo medicamentos direcionados à inflamação, à formação de vasos sanguíneos, à dor, ao sistema imune e a alterações moleculares. Também avançam estudos sobre biomarcadores, exames não invasivos e inteligência artificial aplicada à imagem.

A principal dúvida, porém, é distinguir uma hipótese biologicamente interessante de uma opção clinicamente comprovada. Até 1º de setembro de 2026, nenhuma dessas linhas de pesquisa substitui de forma universal a avaliação clínica, os métodos de imagem quando indicados ou as opções terapêuticas previstas nas diretrizes. No Brasil, o que está recomendado e disponibilizado no Sistema Único de Saúde deve ser conferido no PCDT de endometriose vigente e nas decisões da CONITEC. O PCDT aparece na página oficial da CONITEC com anexo alterado em 20 de agosto de 2026, associado à Portaria Conjunta SAES/SAPS/SCTIE/MS nº 54, publicada em 22 de julho de 2026.

A seguir, as linhas de pesquisa são organizadas pela força atual da evidência: o que já está estabelecido, o que parece provável, o que continua incerto e o que permanece em investigação.

O que está estabelecido

A endometriose é multifatorial e ainda não tem uma causa única comprovada

A endometriose é uma condição inflamatória crônica na qual tecido semelhante ao endométrio aparece fora da cavidade uterina. A origem da doença continua em estudo. A literatura descreve a participação combinada de fatores hormonais, inflamatórios, imunológicos, genéticos, epigenéticos e ambientais, mas nenhum modelo isolado explica todos os casos e apresentações clínicas.

Epigenética é o conjunto de mecanismos que regulam a atividade dos genes sem alterar necessariamente a sequência do DNA. Estudos observam diferenças de metilação do DNA e de modificações de histonas em tecidos relacionados à endometriose. Isso pode ajudar a entender por que determinadas células apresentam alterações de proliferação, inflamação ou resposta hormonal. No entanto, associação epigenética não demonstra, por si só, causa, prognóstico ou resposta a um tratamento.

A genética também parece contribuir para a suscetibilidade à doença. Estudos de associação genômica ampla identificaram regiões do genoma relacionadas ao risco de endometriose e sobreposições parciais com condições dolorosas ou inflamatórias. Esses achados são relevantes para a pesquisa de mecanismos, mas não permitem prever com segurança quem desenvolverá a doença nem confirmar ou excluir endometriose por meio de um teste genético de rotina.

Os tratamentos atuais continuam sendo a referência para o cuidado clínico

Os tratamentos atualmente utilizados buscam controlar dor, sangramento, inflamação, impacto funcional e outros efeitos da doença. A escolha depende de fatores clínicos, efeitos adversos, segurança em longo prazo, disponibilidade e objetivos individuais. A OMS ressalta que ainda não existe cura conhecida e que sintomas podem persistir ou retornar após intervenções.

No SUS, a referência para o que está incorporado é o PCDT vigente, e não a existência de um estudo experimental ou de uma notícia sobre uma molécula promissora. Diretrizes internacionais, como a da ESHRE, ajudam a contextualizar a literatura, mas sua aplicação depende do contexto e não substitui as normas brasileiras.

Um estudo clínico não prova que um tratamento funciona

Ensaios clínicos são classificados por fases. Estudos de fase 1 avaliam principalmente segurança e tolerabilidade em grupos pequenos. Estudos de fase 2 procuram sinais de eficácia e ajudam a explorar dose, população e desfechos. Estudos de fase 3 costumam envolver mais participantes e comparações mais robustas. Mesmo um resultado positivo precisa ser interpretado considerando o comparador, o tamanho da amostra, as perdas de seguimento, os efeitos adversos, a relevância clínica e a replicação por outros grupos.

A presença de um estudo no ClinicalTrials.gov significa que existe um registro de pesquisa, não que o produto seja eficaz, seguro, aprovado ou disponível. Também é importante diferenciar um estudo concluído de um estudo com resultados publicados e avaliados por pares.

O que parece provável, mas ainda precisa de confirmação

Tratamentos não hormonais dirigidos à dor e à inflamação

Grande parte das terapias atuais atua, direta ou indiretamente, sobre os hormônios ovarianos. Por isso, existe interesse em abordagens não hormonais que possam agir sobre vias inflamatórias, nervosas ou vasculares sem depender da supressão hormonal.

Uma dessas estratégias investiga receptores envolvidos na transmissão da dor. O gefapixant, um antagonista do receptor P2X3, foi avaliado em um ensaio randomizado de fase 2 com 187 participantes. O estudo observou redução numérica da dor pélvica em comparação ao placebo, mas a diferença no desfecho principal ficou próxima do limite de significância e o intervalo de confiança incluiu a possibilidade de ausência de benefício. O resultado é informativo para a pesquisa, mas não estabelece o medicamento como tratamento comprovado para endometriose.

Outras linhas estudam mediadores inflamatórios, como TNF-alfa, interleucinas e a via JAK/STAT. Citocinas são proteínas que participam da comunicação entre células do sistema imune e de outros tecidos. Bloquear uma citocina pode parecer biologicamente atraente, mas medicamentos imunomoduladores podem apresentar riscos relevantes e não devem ser considerados equivalentes a analgésicos ou tratamentos convencionais. Revisões recentes descrevem sinais iniciais para algumas abordagens, mas destacam a necessidade de ensaios randomizados maiores, acompanhamento prolongado e avaliação específica de segurança e fertilidade.

Medicamentos que interferem na formação de vasos sanguíneos

A angiogênese, ou formação de novos vasos sanguíneos, pode participar da sobrevivência e do crescimento de lesões. Por isso, medicamentos que interferem em vias relacionadas ao VEGF, uma proteína envolvida no crescimento vascular, vêm sendo investigados.

Os resultados mais consistentes dessa área ainda vêm de modelos animais, células cultivadas ou estudos humanos iniciais. Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2026 reuniu estudos com diferentes agentes antiangiogênicos, mas classificou os achados como geradores de hipóteses para priorizar pesquisas futuras, e não como base para recomendações clínicas. Questões como toxicidade, efeitos sobre a cicatrização, segurança reprodutiva e risco de interferência em vasos normais continuam sendo importantes.

Um pequeno estudo-piloto avaliou cabergolina como possível abordagem relacionada à angiogênese. Embora tenha observado sinais de melhora em medidas de dor, o número de participantes foi muito reduzido. Resultados desse tipo precisam ser confirmados em estudos maiores antes de sustentar conclusões sobre eficácia ou segurança.

Reposicionamento de medicamentos

O reposicionamento ocorre quando um medicamento já estudado ou aprovado para outra finalidade é investigado para uma nova indicação. Essa estratégia pode reduzir o tempo necessário para conhecer alguns aspectos farmacológicos, mas não elimina a necessidade de demonstrar benefício e segurança para a endometriose.

Modelos computacionais e inteligência artificial têm sido usados para procurar relações entre genes, proteínas e medicamentos. Em um estudo experimental, uma plataforma de inteligência artificial identificou alvos como GBP2, HCK e ITGB2; o lifitegraste, associado a um desses alvos, reduziu o crescimento de lesões em modelos de camundongo. Esses resultados são pré-clínicos: não demonstram eficácia em pessoas e não justificam o uso do medicamento para endometriose fora de estudos adequadamente conduzidos.

O que permanece incerto

Imunoterapias: uma hipótese atraente, mas ainda não consolidada

A endometriose envolve alterações no microambiente inflamatório e na atividade de células como macrófagos, células NK e diferentes subtipos de linfócitos T. Esse conhecimento estimulou pesquisas sobre terapias que modifiquem a resposta imune.

O principal limite é que muitos achados vêm de amostras pequenas, experimentos em células ou modelos animais. Além disso, ainda não está definido se determinadas alterações imunológicas são causas primárias, consequências da presença das lesões ou parte de um ciclo de retroalimentação. Assim, a existência de disfunção imune não significa que imunoterapias já tenham eficácia comprovada ou estejam incorporadas ao tratamento padrão.

Microbiota e endometriose

A microbiota é o conjunto de microrganismos que vivem em determinado ambiente do corpo. Pesquisas analisam a microbiota intestinal, vaginal, cervical, uterina, peritoneal e das próprias lesões.

Revisões recentes descrevem diferenças observacionais em alguns indicadores de diversidade microbiana entre grupos com e sem endometriose. Porém, os resultados são heterogêneos e podem ser influenciados por alimentação, uso de antibióticos ou outros medicamentos, idade, região geográfica, sintomas intestinais e métodos laboratoriais. Ainda não está esclarecido se alterações da microbiota contribuem para a doença, resultam dela ou refletem fatores associados.

Por esse motivo, esses achados não sustentam dietas específicas, probióticos, antibióticos ou transplante de microbiota como tratamentos comprovados para endometriose.

Biomarcadores para diagnóstico não invasivo

Um biomarcador é uma medida biológica que pode ajudar a identificar uma doença, acompanhar sua atividade ou estimar uma resposta. Estudos investigam proteínas, material genético, metilação do DNA e outras moléculas em sangue, urina, saliva, muco cervical, sangue menstrual, endométrio e líquido peritoneal.

A dificuldade é reproduzir os mesmos resultados em populações diferentes. O desempenho de um candidato pode variar conforme o fenótipo da doença, o estágio, a localização das lesões, o momento do ciclo menstrual, o tratamento em uso e os critérios utilizados para estabelecer o diagnóstico. Revisões sistemáticas recentes não identificaram um biomarcador único validado para substituir a avaliação clínica e a investigação por imagem quando indicadas.

Portanto, manchetes sobre “exame de sangue para endometriose” devem ser interpretadas com cautela. Um candidato experimental não é automaticamente um exame disponível, aprovado ou capaz de excluir a doença quando apresenta resultado negativo.

Em pesquisa: tecnologias que podem mudar a investigação no futuro

Inteligência artificial aplicada à ultrassonografia e à ressonância

A inteligência artificial pode ser usada para reconhecer padrões em imagens, auxiliar a classificação de achados e apoiar o mapeamento de determinadas formas de endometriose. Revisões recentes apontam resultados promissores, principalmente em bases retrospectivas e cenários controlados.

Ainda faltam respostas para perguntas essenciais: o desempenho se mantém em equipamentos diferentes? O modelo funciona em populações com características variadas? Ele acrescenta valor em relação a examinadores experientes? Como serão tratados falsos positivos, falsos negativos, privacidade dos dados e responsabilidade pelas decisões?

Por enquanto, modelos de inteligência artificial devem ser vistos como ferramentas em desenvolvimento, e não como substitutos da avaliação profissional. Um resultado gerado por algoritmo também não deve ser interpretado isoladamente.

Medicina de precisão

A medicina de precisão procura relacionar características biológicas de um grupo ou de uma pessoa com maior probabilidade de resposta a determinada intervenção. Na endometriose, essa abordagem poderia combinar dados clínicos, imagem, genética, epigenética, inflamação e características das lesões.

A ideia é promissora porque a doença é heterogênea: pessoas com a mesma classificação anatômica podem apresentar sintomas e respostas diferentes. Contudo, ainda não há um painel universal validado para prever de modo confiável a resposta terapêutica. A pesquisa precisa demonstrar que a informação molecular melhora decisões reais e resultados relevantes, e não apenas que consegue separar grupos em uma base de dados.

Alvos moleculares, metabolismo e morte celular

Estudos recentes exploram vias relacionadas ao metabolismo celular, às mitocôndrias, ao estresse oxidativo, à ferroptose e à interação entre células das lesões e do sistema imune. Ferroptose é uma forma de morte celular associada à oxidação de lipídios e à disponibilidade de ferro.

Essas linhas ajudam a formular hipóteses sobre a sobrevivência das lesões e a persistência da inflamação. No entanto, identificar um gene, uma proteína ou uma via alterada não significa que exista um medicamento seguro capaz de corrigi-la no organismo humano. Muitos resultados ainda são obtidos por bioinformática, cultura celular ou experimentos animais.

Como interpretar uma notícia sobre um novo tratamento

Algumas perguntas ajudam a diferenciar pesquisa promissora de aplicação clínica:

  1. O estudo foi feito em células, animais ou pessoas?
  2. Se envolveu pessoas, foi observacional ou randomizado?
  3. Qual foi a fase do ensaio e quantos participantes foram incluídos?
  4. Qual foi o comparador: placebo, tratamento usual ou nenhum tratamento?
  5. O desfecho mediu apenas uma alteração laboratorial ou algo relevante, como dor, qualidade de vida, função e segurança?
  6. O resultado foi publicado integralmente e revisado por pares?
  7. Houve validação por outros grupos?
  8. Foram descritos financiamento, conflitos de interesse, perdas de seguimento e limitações?
  9. Existe aprovação regulatória para endometriose?
  10. O tratamento aparece no PCDT vigente ou em decisão oficial de incorporação?

Um resultado estatisticamente significativo pode ser pequeno demais para produzir uma diferença perceptível ou relevante. Da mesma forma, a ausência de resultado publicado não prova que um estudo tenha sido negativo; pode significar apenas que a análise ainda não foi disponibilizada ou que o registro está incompleto.

O que pode ser concluído hoje

A pesquisa em endometriose está se afastando de explicações únicas e explorando a interação entre hormônios, inflamação, imunidade, genética, epigenética, metabolismo, sistema nervoso e ambiente. Essa mudança pode favorecer tratamentos mais específicos no futuro.

Ainda assim, a maior parte das abordagens não hormonais, imunológicas, antiangiogênicas, microbiômicas e moleculares permanece em fases iniciais ou intermediárias de investigação. Biomarcadores e inteligência artificial também apresentam potencial, mas precisam de validação independente e demonstração de benefício clínico.

A existência de uma hipótese plausível, de um estudo positivo em animais ou de um ensaio registrado não deve ser confundida com tratamento comprovado. Para saber o que está reconhecido no cuidado em saúde, a referência brasileira continua sendo o PCDT vigente e as decisões oficiais de incorporação. A avaliação profissional pode ser necessária quando sintomas são intensos, persistentes, progressivos ou associados a sinais de alerta, sem que isso permita concluir a causa individualmente nesta página.

Importante: Este conteúdo é exclusivamente informativo e educacional. Não substitui consulta, avaliação individual, diagnóstico ou tratamento realizado por profissional habilitado. Em caso de dúvida sobre sintomas, exames, medicamentos, alimentação, tratamento ou qualquer decisão relacionada à saúde, procure orientação de profissional habilitado.

Referências e fontes

Referências apresentadas em formato bibliográfico padronizado segundo convenções da ABNT para documentos online, com link para a fonte consultada e data de acesso.

  1. 1
    BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Endometriose — Ministério da Saúde. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/endometriose. Acesso em: 1 set. 2026.
  2. 2
    BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas — lista de documentos. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt-br/assuntos/avaliacao-de-tecnologias-em-saude/protocolos-clinicos-e-diretrizes-terapeuticas/pcdt. Acesso em: 1 set. 2026.
  3. 3
    WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Endometriosis: fact sheet. 2023. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/endometriosis. Acesso em: 1 set. 2026.
  4. 4
    EUROPEAN SOCIETY OF HUMAN REPRODUCTION AND EMBRYOLOGY (ESHRE). ESHRE guideline: endometriosis. 2022. Disponível em: https://www.eshre.eu/Guideline/Endometriosis. Acesso em: 1 set. 2026.
  5. 5
    Nature Genetics. The genetic basis of endometriosis and comorbidity with other pain and inflammatory conditions. 2023. Disponível em: https://www.nature.com/articles/s41588-023-01323-z. Acesso em: 1 set. 2026.
  6. 6
    Reproductive Biology and Endocrinology. Rethinking the pathogenesis of endometriosis: Complex interactions of genomic, epigenetic, and environmental factors. 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39293995/. Acesso em: 1 set. 2026.
  7. 7
    F&S Reviews. A Systematic Review of Epigenetics of Endometriosis. 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38524912/. Acesso em: 1 set. 2026.
  8. 8
    Clinical Epigenetics. Systematic review on the DNA methylation role in endometriosis: current evidence and perspectives. 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39985111/. Acesso em: 1 set. 2026.
  9. 9
    Reproductive Biology and Endocrinology. The role of innate and adaptive immunity in endometriosis. 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38503076/. Acesso em: 1 set. 2026.
  10. 10
    PUBMED / NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE. Association between endometriosis and gut microbiota: systematic review and meta-analysis. 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40400684/. Acesso em: 1 set. 2026.
  11. 11
    Human Reproduction Update. Microbiome dysbiosis and endometriosis: a systematic scoping review of current literature and knowledge gaps. 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41216332/. Acesso em: 1 set. 2026.
  12. 12
    Reproductive Biology and Endocrinology. An integrated multi-tissue approach for endometriosis candidate biomarkers: a systematic review. 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38341605/. Acesso em: 1 set. 2026.
  13. 13
    Journal of Translational Medicine. Proteomics approach to discovering non-invasive diagnostic biomarkers and understanding the pathogenesis of endometriosis: a systematic review and meta-analysis. 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39061077/. Acesso em: 1 set. 2026.
  14. 14
    Fertility and Sterility. Noninvasive diagnostic imaging for endometriosis part 1: a systematic review of recent developments in ultrasound, combination imaging, and artificial intelligence. 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38101562/. Acesso em: 1 set. 2026.
  15. 15
    Reproductive Health. Investigating the role of artificial intelligence in the diagnosis and prediction of endometriosis using ultrasound images: a systematic review. 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41484637/. Acesso em: 1 set. 2026.
  16. 16
    U.S. NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE — CLINICALTRIALS.GOV. ClinicalTrials.gov: How to Read a Study Record. 2026. Disponível em: https://clinicaltrials.gov/study-basics/how-to-read-study-record. Acesso em: 1 set. 2026.
  17. 17
    U.S. NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE — CLINICALTRIALS.GOV. How to Read Study Results. 2026. Disponível em: https://clinicaltrials.gov/study-basics/how-to-read-study-results. Acesso em: 1 set. 2026.
  18. 18
    The BMJ. The PRISMA 2020 statement: an updated guideline for reporting systematic reviews. 2021. Disponível em: https://www.bmj.com/content/372/bmj.n71. Acesso em: 1 set. 2026.
  19. 19
    The BMJ. CONSORT 2010 Statement: updated guidelines for reporting parallel group randomised trials. 2010. Disponível em: https://www.bmj.com/content/340/bmj.c332. Acesso em: 1 set. 2026.
  20. 20
    NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE (US). PUBMED. Registro PubMed 39260540. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39260540/. Acesso em: 1 set. 2026.
  21. 21
    NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE (US). PUBMED. Registro PubMed 41439725. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41439725/. Acesso em: 1 set. 2026.
  22. 22
    NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE (US). PUBMED. Registro PubMed 41668890. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41668890/. Acesso em: 1 set. 2026.
  23. 23
    NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE (US). PUBMED. Registro PubMed 34934987. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34934987/. Acesso em: 1 set. 2026.
  24. 24
    NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE (US). PUBMED. Registro PubMed 39666559. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39666559/. Acesso em: 1 set. 2026.
  25. 25
    NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE (US). PUBMED. Registro PubMed 40064837. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40064837/. Acesso em: 1 set. 2026.